xzibitartxzibitarthttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/inicialExposição fotográfica Trajecto(s)]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/12/01/Exposi%C3%A7%C3%A3o-%E2%80%9CTrajectos%E2%80%9D-de-Ana-Ferreirahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/12/01/Exposi%C3%A7%C3%A3o-%E2%80%9CTrajectos%E2%80%9D-de-Ana-FerreiraFri, 01 Dec 2017 18:36:37 +0000
No dia 28 de novembro, a Velha Gaiteira, em Lisboa, abriu as suas portas para a exposição “Trajecto(s)” da fotógrafa Ana Ferreira.
Nesta que é a sua primeira exposição a fotógrafa Ana Ferreira dá vida ao livro "O lado de dentro do lado de dentro", dando-lhe a dimensão e personificação das dificuldades a que todos estamos sujeitos, quer no quotidiano diário, quer nas dificuldades que encontramos na inserção ou reinserção na sociedade.
Durante uma semana fez do livro um outro “ela”, coabitando consigo nos espaços que habitualmente frequenta, fosse na rua do seu bairro ou em sua casa, fotografando-o, nas suas vivências, sonhos e experiências diárias, demonstrando que o espaço e o tempo não são impeditivos para a realização de sonhos e objectivos.
Sobre este trabalho Ana Ferreira refere: “É uma reflexão sobre a inclusão, no nosso quotidiano, dos valores envolvidos nesse(s) projecto(s).
Onde vivemos, por onde passamos, que locais frequentamos, qual é o nosso trajecto, que vivências acumulamos, estas foram algumas das questões que fizeram sentido para o desenvolvimento do projecto fotográfico Trajecto(s)”.
Esta colectânea insere-se no projecto “A Poesia não tem grades”, que tem como objectivo levar a arte e a literatura às prisões portuguesas e tentar ajudar no processo de renovação dos reclusos.
Patente até 6 de janeiro de 2018
Texto e fotografia: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
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Galeria Ratton – 30 anos]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/10/23/Galeria-Ratton-%E2%80%93-30-anoshttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/10/23/Galeria-Ratton-%E2%80%93-30-anosMon, 23 Oct 2017 00:48:47 +0000
A Galeria Ratton comemorou, ontem dia 22 outubro, o trigésimo aniversário.
Neste dia de festejo a Galeria Ratton exibiu o mural coletivo em azulejo “Carta de Lisboa” (comemorativo da iniciativa cívica elaborada pelo Fórum da Cidadania com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa), ao qual associaram-se os seguintes artistas:
ANDREAS STÖCKLEIN . EDUARDO BATARDA GRAÇA MORAIS . IRENE BUARQUE . JORGE MARTINS . JÚLIO POMAR . LOURDES CASTRO MANUEL VIEIRA . MARIA BEATRIZ . PEDRO PROENÇA . SOFIA AREAL.
Que interpretaram os conceitos fundamentais da Carta de Lisboa em 11 painéis originais.
Na cerimónia estiveram presentes, para além de diversos artistas, Catarina Vaz Pinto - Vereadora da Cultura da CML, João Afonso - Vereador dos Direitos Sociais.
José Meco fez uma intervenção sobre o trabalho realizado pela galeria.
Fotografia: Ana Ferreira
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
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“Casino Arts Meeting”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/09/22/%E2%80%9CCasino-Arts-Meeting%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/09/22/%E2%80%9CCasino-Arts-Meeting%E2%80%9DFri, 22 Sep 2017 13:38:29 +0000
No âmbito da plataforma Unitygate 2017, o Casino Lisboa, inaugurou, na passada Quinta-Feira, dia 21 de Setembro, às 19h00, o “Casino Arts Meeting”.
O “Casino Arts Meeting”é um evento cultural que pretende promover o encontro de Artes e de artistas, proporcionando o diálogo entre o Ocidente o Oriente.
Com esta iniciativa, a Galeria de Arte apresenta as seguintes exposições, Marionetas Asiáticas “Vozes da Terra”, de Elisa Vilaça; e a 2ª Mostra de Artes Plásticas Oriente Ocidente.
No hall do Casino Lisboa poderá igualmente ser vista a obra "O Dragão", do artista plástico Zé Guilherme (ESAD, seleccionada para mascote do evento “Casino Arts Meeting”.
No acto inaugural estiveram presentes os artistas e representantes da Plataforma UNITYGATE, Estoril Sol, Fundação Casa de Macau e da Fundação Jorge Álvares.
A curadoria da 2ª Mostra de Artes Plásticas Oriente Ocidente, esteve a cargo de Ana Maria Catarino (Curadora Galeria de Arte, Casino Lisboa) e de Ana Battaglia Abreu (Curadora Convidada/Unitygate).
Patentes ao público na Galeria de Arte até 2 de Outubro, as exposições podem ser visitadas entre as 15 e as 3 horas da madrugada, de Domingo a Quinta-feira, Sexta-Feira e Sábado, das 16 às quatro horas da madrugada.
Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
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Estudo Cromático para o Azul]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/09/17/Estudo-Crom%C3%A1tico-para-o-Azulhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/09/17/Estudo-Crom%C3%A1tico-para-o-AzulSun, 17 Sep 2017 22:09:30 +0000
A Ocupart, inaugurou a 14 de Setembro de 2017, no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa a exposição “ Estudo Cromático para o Azul”, do fotografo Márcio Vilela.
Incluída na programação da 8ª edição do Bairro das Artes, a exposição apresenta um corpo de fotografias e vídeo, resultantes de um projecto realizado pelo artista ao longo de cinco anos em que desenvolveu um estudo sobre os vários tons de azul do céu.
Sobre o projecto refere o autor:
“Este projecto teve como ponto de partida o estudo dos possíveis tons da cor do céu quando observado em altitudes compreendidas entre os 0 e os 38.000 metros de altitude em relação ao nível do mar…”
Patente ao público de 15 Setembro a 13 Outubro de Segunda a Sexta, 12h - 19h
Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, Lisboa.
Fotografia e Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico).
Em breve reportagem fotográfica no facebook.
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UMA IMAGEM SOLIDÁRIA | MIRA FORUM]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/08/29/UMA-IMAGEM-SOLID%C3%81RIA-MIRA-FORUMhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/08/29/UMA-IMAGEM-SOLID%C3%81RIA-MIRA-FORUMTue, 29 Aug 2017 00:38:10 +0000
A iniciativa UMA IMAGEM SOLIDÁRIA, edição no Porto, realiza-se a 13 e 14 de setembro na Galeria MIRA FORUM, com curadoria de Adriano Miranda e Mário Cruz (fotojornalistas).
Preservando o seu objetivo inicial, de reunir trabalhos doados por fotojornalistas e fotógrafos para a recolha de fundos destinados à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pêra.
A ideia partiu do fotojornalista e editor fotográfico da Agência Lusa, António Cotrim, que se bem a pensou melhor apôs em prática, contando nos bastidores com o precioso trabalho e dedicação da Cristina "Pithecus" Fernandes e do Paulo Guerrinha, a iniciativa na edição Porto, vota a contar com o apoio da Colorfoto, que patrocina as impressões dos trabalhos finais.
UMA IMAGEM SOLIDÁRIA consiste na troca de uma fotografia doada, por uma contribuição monetária feita pelo público, revertendo a verba angariada em exclusivo para a referida Associação e sendo a mesma destinada à aquisição de equipamentos de proteção para os bombeiros.
Os fotógrafos Ana Ferreira e João Serra de Almeida da XZibit Art juntaram-se a esta iniciativa, que neste momento conta já com um número superior de doações relativamente à edição de Lisboa realizada em julho, em que foi apurado um valor superior a 5 000€ tendo o mesmo já sido entregue à corporação.
#UmaImagemSolidária
As fotografias doadas estão disponíveis para visualização em:
Facebook:
https://www.facebook.com/317404018672333/photos/?tab=album&album_id=337112236701511
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E no Google+ :
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Contamos com a vossa solidariedade!
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Geraldo de Barros: Fotoformas e Sobras]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/08/28/Geraldo-de-Barros-Fotoformas-e-Sobrashttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/08/28/Geraldo-de-Barros-Fotoformas-e-SobrasMon, 28 Aug 2017 21:18:36 +0000
O Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva apresenta a exposição Geraldo de Barros: Fotoformas e Sobras. A exposição comissariada por Michel Favre é composta por parte da coleção do Arquivo Geraldo de Barros, sediado em Genebra, na Suíça. Dá a conhecer a obra de um dos artistas mais radicais e fundamentais da modernidade brasileira.
As séries apresentadas nesta exposição são a mais expressiva representação da fotografia abstrata criada por Geraldo de Barros (São Paulo, 1923-1998) e correspondem a dois períodos em que a fotografia foi o centro da sua atividade como artista.
Fotoformas - série fotográfica que o ocupou nas décadas de 1940 e 50. Em 1996, na fase final da sua vida realizou a série Sobras - a partir negativos do arquivo pessoal do artista.
Exposição integrada na programação da Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.
Patente até dia 17 setembro
Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva.
Texto: Ana Ferreira
Fotografia: João Serra de Almeida
Em breve reportagem fotográfica no facebook.
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Vive sem Horas - Jazz na Esplanada]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/08/11/Vive-sem-Horas---Jazz-na-Esplanadahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/08/11/Vive-sem-Horas---Jazz-na-EsplanadaFri, 11 Aug 2017 00:09:52 +0000
O relógio marca 19h, é hora de Jazz na Esplanada do Flagrante Delitro na Casa Fernando Pessoa.
Ontem, dia 10 de agosto, o “Vive sem Horas” contou com a presença de César Cardoso (saxofone) e Jeffery Davis (vibrafone).
Todas as quintas-feiras até dia 17 de agosto com “veteranos” do Hotclube de Portugal . Entrada livre.
Fotografia: Ana Ferreira
Em breve reportagem fotográfica no facebook.
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Watanuki – O ”Samurai” que trocou o sabre pelos pincéis]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/21/Watanuki-%E2%80%93-O-%E2%80%9DSamurai%E2%80%9D-que-trocou-o-sabre-pelos-pinc%C3%A9ishttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/21/Watanuki-%E2%80%93-O-%E2%80%9DSamurai%E2%80%9D-que-trocou-o-sabre-pelos-pinc%C3%A9isFri, 21 Jul 2017 14:09:12 +0000
A Sociedade Nacional de Belas Artes (SNBA), a Fundação Inês de Castro e a Fundação Passos Canavarro inauguram no passado dia 20 de Julho de 2017, na Galeria de Arte Moderna Pintor Fernando de Azevedo, a exposição “Agora mesmo” do artista japonês Hirosuke Watanuki.
Oriundo das velhas famílias de samurais do Japão, nasceu em Yokohama, no Japão, em 1926, o diplomata, instalou-se em Lisboa no ano de 1956.
Em Portugal desperta para a arte, através de pessoas que conhece no nosso país e, pelas paisagens dos locais que visitou, os rios Tejo, Douro e Mondego e as respectivas cidades à beira rio foram fonte inspiradora e fizeram soltar a sua arte, pintando o Portugal das décadas de 50 e 60 do século passado.
Em 1963, o Palácio Foz, em Lisboa, inaugurou aquela que foi a sua primeira exposição e sobre a qual, mestre Almada Negreiros referiu; “nada desejo senão pela minha arte”.
Estavam assim abertas, para si, as portas do mundo da arte.
Porém, no pico da sua carreira o artista deixa o nosso país, sendo aos poucos esquecido pelo panorama artístico português, ainda que obras suas façam parte de diversas colecções particulares e museus.
Cinquenta anos depois, o “velho samurai”, regressou ao nosso país pela mão do seu amigo Pedro Canavarro, para a exposição “Agora mesmo” na SNBA em parceria com a Fundação Passos Canavarro e Fundação Inês de Castro.
A exposição apresenta mais de 60 obras suas, compostas por pinturas, desenhos e peças de cerâmica, dispersas por museus e coleções particulares em Portugal.
“Expor Watanuki é relembrar o fundir destas duas culturas que primeiro se encontraram em 1543, antes de todas as outras, é mostrar ao público a obra de um artista japonês de coração português que viveu, pintou e amou Portugal nos anos 1950/60, ” Lê-se na divulgação do evento.
Na cerimónia inaugural, estiveram presentes, para além do artista, João Paulo Queiroz - Presidente da SNBA, Pedro Canavarro - Presidente da Fundação Paços Canavarro, Cristina Castel-Branco – Presidente da Fundação Inês de Castro, encontrando-se igualmente presentes na sala várias individualidades nacionais e estrangeiras, nomeadamente o embaixador do Japão em Lisboa.
A exposição poderá ser visitada até 31 de Agosto de 2017 de segunda a sexta-feira das 12h00 às 19h00 e aos sábados das 14h00 às 20h00.
Fotografia e Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico).
Em breve reportagem fotográfica no facebook.
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Renée Gagnon apresenta “Now and Ever| Oliveiras”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/17/Ren%C3%A9e-Gagnon-apresenta-%E2%80%9CNow-and-Ever-Oliveiras%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/17/Ren%C3%A9e-Gagnon-apresenta-%E2%80%9CNow-and-Ever-Oliveiras%E2%80%9DSun, 16 Jul 2017 23:52:22 +0000
A Fundação Portuguesa das Comunicações e a giefarte inauguraram, no dia 13 de julho, a exposição “Now and Ever| Oliveiras”, de Renée Gagnon.
Nesta Exposição encontra um olhar diferente sobre a oliveira, que segundo a artista é “um ser vivo que atravessa séculos”.
Entrada livre
Patente até 30 de setembro
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
Fotografia: Ana Ferreira
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Internato uma série de fotografias em torno do "ciclo de vida de uma ideia"]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/16/Internato-uma-s%C3%A9rie-de-fotografias-em-torno-do-ciclo-de-vida-de-uma-ideiahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/16/Internato-uma-s%C3%A9rie-de-fotografias-em-torno-do-ciclo-de-vida-de-uma-ideiaSun, 16 Jul 2017 22:41:00 +0000
A Galeria das Salgadeiras inaugurou no passado dia 13 de julho de 2017 a exposição "Internato" - uma série de fotografias em torno do "ciclo de vida de uma ideia", de Antoine Pimentel.
"Uma cenografia actuante, em dinâmicas da ordem do contágio, reitera os sucessivos estados do devir, conduzindo-se à recriação agónica, tão latente como recidiva.", como refere Antoine Pimentel sobre esta exposição.
Fotografia: Ana Ferreira
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
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Crónica Desenhada com VW «Pão de Forma» e aguarela]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/15/cronica-desenhada-com-VW-e-aguarelahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/15/cronica-desenhada-com-VW-e-aguarelaSat, 15 Jul 2017 22:44:45 +0000
Os Carochas e as «Pães de Forma» vão chegando lentamente e são estacionados muito bem alinhados na cobertura da Marina de Cascais. Aparece até uma minúscula «Pão de Forma» cor-de-rosa eléctrica que faz o delírio de algumas crianças. É o 116ª Encontro - Especial Van Volkswagen Bus «Pão de Forma».
Os condutores reúnem-se animadamente em redor dos seus veículos, à conversa com os transeuntes curiosos sobre os seus bólides charmosos. Alguns montam mesa e cadeiras, em jeito de piquenique, para “fazer sala”. Abrem as portas e mostram os motores. Contam histórias e surpreendem com particularidades como as “asas”. Estes «piscas» de antigamente são umas peças que saem das laterais junto às portas, a meio dos carochas.
Um carocha castanho, estrategicamente estacionado à entrada da cobertura da Marina de Cascais, assinala a entrada ao lado da bandeira do grupo “Amigos dos Carochas”. Na parte de trás do carro lê-se em letras metalizadas “Sponsored by My Wife”. “É de 1967 e tem asas!”, conta Joaquim Banha, seu orgulhoso proprietário, confirmando que foi a sua mulher que patrocinou o seu restauro.
Uma vez por mês, desde 2007, há encontros VW Clássicos de Carochas, em Cascais, e uma vez por ano há um encontro especial para as carrinhas «Pão de Forma». Em 2017, celebram-se 10 anos de actividades deste grupo de condutores apaixonados pelos seus Volkswagen.
Desenho e texto: Rita Caré
Nota: a autora escreve segundo o antigo Acordo Ortográfico
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Máscaras coloridas e originais no Museu de Lisboa]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/09/MC3A1scaras-coloridas-e-originais-no-Museu-de-Lisboahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/07/09/MC3A1scaras-coloridas-e-originais-no-Museu-de-LisboaSun, 09 Jul 2017 09:21:15 +0000
No âmbito da programação, Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura, inaugurou passado sábado, 8 Julho, no Museu de Lisboa/ Palácio Pimenta, a exposição “ Do Carnaval à Luta Livre - Máscaras e Devoções Mexicanas”. Nela contam-se histórias do México fantástico e místico, através de máscaras coloridas e originais. Usadas, desde há cinco séculos por Astecas, Maias, Purepecha e por outras civilizações antigas mexicanas e que ainda hoje são utilizadas em cerimónias, rituais, danças e peregrinações a lugares sagrados mantendo a relação com entidades divinas, espíritos, deuses e santos. Comissariada pelos antropólogos Anthony Shelton e Nicola Levell, esta exposição resulta do longo trabalho de investigação levado a cabo, pelos comissários, em diferentes regiões do México. Apresentando 300 máscaras construídas manualmente nos séculos XX e XXI, bandas desenhadas, posteres, bem fotografias lutadores e suas famílias, da autoria da fotógrafa Lourdes Grobert. A inauguração contou com a presença de Anthony Shelton e Nicola Levell – Comissários/ Curadores, Catarina Vaz Pinto - Vereadora da Cultura da CML, Joana Gomes Cardoso - Conselho de Administração da EGAC, E.M., António Pinto Ribeiro – Coordenador Geral da Programação, Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura, Joana Sousa Monteiro – Directora do Museu de Lisboa e Alfredo Pérez Bravo - Embaixador do México em Portugal. Para ver de Terça a Domingo das 10h às 18h no Museu de Lisboa, Campo Grande, até dia 1de Outubro de 2017. Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico) Fotografia: João Serra de Almeida Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
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Entrega Prémios Acesso Cultura 2017]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/22/Premio-Acesso-Cultura-2017https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/22/Premio-Acesso-Cultura-2017Thu, 22 Jun 2017 20:44:55 +0000
A Biblioteca de Marvila em Lisboa acolheu, no dia 21 junho, a cerimónia da entrega de Prémios Acesso Cultura 2017.
Este prémio nacional, lançado em 2014 pela Acesso Cultura, visa distinguir, divulgar e promover entidades (privadas, públicas, cooperativas, associações e outras) e projectos que se diferenciam pelo desenvolvimento de políticas exemplares e de boas práticas na promoção da melhoria das condições de acesso - nomeadamente físico, social e intelectual – aos espaços culturais e à oferta cultural, com vista a corrigir situações de carência flagrante nesta área. Este ano foram recebidas 40 candidaturas.
Os vencedores são:
PRÉMIO ACESSO CULTURA - ACESSIBILIDADE INTEGRADA
Museu do Dinheiro
PRÉMIO ACESSO CULTURA - ACESSIBILIDADE FÍSICA
Câmara Municipal do Porto, Projecto "Sistemas de Itinerários Acessíveis - Prémio
Câmara Municipal da Batalha, Aldeia Pia do Urso - Menção honrosa
PRÉMIO ACESSO CULTURA - ACESSIBILIDADE INTELECTUAL
Associação Histórias para Pensar, Projecto “Mãos que cantam” - Prémio ex-aequo
ANACED - Associação Nacional de Arte e Criatividade - Prémio ex-aequo
Museu de Lisboa, Projecto "Nós por Todos" - Menção honrosa
PRÉMIO ACESSO CULTURA - ACESSIBILIDADE SOCIAL
Câmara Municipal do Porto, Projecto “Cultura em Expansão” - Prémio
Teatro Nacional de São João, Um Teatro Para Todos - Menção honrosa
Os membros do júri que apreciou as candidaturas foram:
Dália Paulo, Museóloga, Presidente da Direcção da Acesso Cultura
Marco Paiva, Actor, Encenador, CRINABEL Teatro
Maria José Lorena, Fundação LIGA
No website da Acesso Cultura pode aceder a toda a informação sobre os vencedores, as deliberações do júri, conhecer todos os candidatos e saber mais sobre o troféu.
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Fotografia: Ana Ferreira
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Exposição fotográfica “Lisboa-Pequim-Lisboa”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/15/Exposi%C3%A7%C3%A3o-fotogr%C3%A1fica-%E2%80%9CLisboa-Pequim-Lisboa%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/15/Exposi%C3%A7%C3%A3o-fotogr%C3%A1fica-%E2%80%9CLisboa-Pequim-Lisboa%E2%80%9DThu, 15 Jun 2017 22:28:10 +0000
A exposição fotográfica “Lisboa-Pequim-Lisboa”, da autoria de Pepe Brix inaugurou, ontem dia 14 junho, no Casino Lisboa e procura trazer ao público uma ideia aproximada do que foi essa aventura vivida por Helder Serôdio, Pedro Roque e Nuno Pires, com Pepe Brix à pendura na mota de Pedro Roque, o que levou Pedro a criar o slogan "De costa a costa com o Pepe às costas".
Pepe Brix refere que foram 27000 km de estrada em 63 dias em que percorremos mais de 15 países e, apesar de toda a azáfama e da comedida profundidade na relação com os que nos cruzaram o caminho, voltava a sentar-me na parte de trás da moto do Pedro e fazia tudo novamente.
Segundo Pepe Brix “… a única coisa relativamente previsível é o percurso a fazer, um dia de cada vez. Tudo o resto é outra estrada aberta, e é tão bonita a forma como os dias nascem e partem tão cheios de dúvidas. Para trás ficaram dezenas de pessoas que marcaram a viagem pela forma como acreditaram nela ou como fizeram questão de fazer parte desta, tornando-a inquestionavelmente mais rica. Dezenas de cidades, centenas de vilas, aldeias e acampamentos foram rompidos e deixados para trás.Há umas semanas alguém me pedia que lhe contasse numa frase o que estava a sentir. Eu respondi-lhe: “O planeta é um ninho de amor latente, cheio de gente boa, capaz de encher qualquer ser vivo de esperança e alegria”. A viagem pode bem transcrever o excerto de uma música dos Beatles “in the end the love you take is equal to the love you make”. Uma ideia que agora, mais do que nunca, me parece sólida e verdadeira, por ter tido a oportunidade de a sentir por todo o lado onde passámos, sem excepção. Tudo nesta viagem nos mostrou sempre que é mais importante a viagem do que qualquer destino proposto.…. Perdemos de conta as vezes em que durante a viagem, acontecimentos inesperados nos conduziram para rumos significativamente diferentes. Por várias vezes tivemos de nos separar forçosamente e reencontrar mais à frente. Noutras situações fizemo-lo até por opção. Por vezes as viagem dentro da viagem têm mesmo que tomar tempo e espaços diferentes, para que se salvaguardem os elos mais profundos.”
Pepe Brix dedica-se à fotografia documental, tendo sido vencedor do Prémio Gazeta de Fotojornalismo 2015 com o trabalho "Código postal: A2053N" sobre a pesca do bacalhau a bordo de um dos últimos bacalhoeiros portugueses.
Exposição patente de 14 de junho a 31 de agosto na Galeria de Arte do Casino Lisboa. (Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Triple F Land – “formas e a figuração no feminino”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/08/Triple-F-Land-%E2%80%93-%E2%80%9Cformas-e-a-figura%C3%A7%C3%A3o-no-feminino%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/08/Triple-F-Land-%E2%80%93-%E2%80%9Cformas-e-a-figura%C3%A7%C3%A3o-no-feminino%E2%80%9DWed, 07 Jun 2017 23:27:31 +0000
O feminino como motor propulsor de criação de obras de arte e não como mera fonte de inspiração (musa) para a criação de arte, mostrando um olhar e um sentir da Mulher sobre o mundo contemporâneo. É o que nos propõe o curador Carlos Cabral Nunes na Perve Galeriacom a exposição "Triple F Land / Na terra do Triplo F".
Descermos às caves da galeria é subirmos ao universo criador da mente feminina através de 32 artistas de renome nacional e internacional, cujas obras se encontram expostas ao longo das oito sala que compõem a galeria, divididas, tal como o mundo, em cinco núcleos: Núcleo Surrealizante, Núcleo Abstrazionizante, Núcleo Popular, Núcleo Naif e Núcleo Ilustração.
Núcleos esses, constituídos por obras do acervo da galeria e, já expostas, porém outras foram criadas com o propósito de serem inseridas na exposição.
Para além do expositivo, o feminino esteve presente também através da palavra numa tertúlia poética com a poetisa Conceição Baleizão e numa performance de Regina Frank, também ela autora de obras expostas.
A exposição inaugurou no passado dia 06 de Junho na Galeria Perve, com a presença do curador e algumas das artistas.
Patente de 6 Junho a 15 Julho - Perve Galeria - Alfama
2ª Feira a Sábado | 14h-20h
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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“through branches” –  “por entre árvores”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/07/%E2%80%9Cthrough-branches%E2%80%9D-%E2%80%93-%E2%80%9Cpor-entre-%C3%A1rvores%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/07/%E2%80%9Cthrough-branches%E2%80%9D-%E2%80%93-%E2%80%9Cpor-entre-%C3%A1rvores%E2%80%9DWed, 07 Jun 2017 21:29:06 +0000
A (SNBA) inaugurou no passado dia 05 de junho de 2017, na Galeria de Arte Moderna Pintor Fernando de Azevedo, a exposição “through branches” – “por entre árvores” – dos artistas australianos Carol Archer e Kit Kelen, com coordenação de Bernardo Silva Pinto, Arquitecto.
“ Estas exposições interligadas – obras de tinta sobre papel de Carol Archer e obras de imagem e texto Kit Kelen – fazem uso do património comum dos artistas e da sua experiência partilhada de paisagens povoadas por árvores na Europa, na Austrália e em Macau. Através dos seus diferentes estilos de trabalho, Archer e Kelen mostram-nos um caminho por entre ramos de árvores e ajudam-nos a vislumbrar o céu e o que está sob ele. ” Lê-se na folha de sala.
Após a cerimónia de abertura, seguiu-se uma sessão de poesia onde foram lidos poemas e cantada uma canção de Kit Kelen, em Inglês, pelo próprio e, em Mandarim e Português, por leitoras convidadas.
Na cerimónia inaugural, estiveram presentes, os artistas Carol Archer e Kit Kelen, o organizador Bernardo Silva Pinto, João Paulo Queiroz, Presidente da SNBA e Peter Rayner, Embaixador da Austrália.
A exposição poderá ser visitada até 14 de Julho de 2017 e poderá ser visitada de segunda a sexta-feira das 12h00 às 19h00 e aos sábados das 14h00 às 20h00.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no
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"Le Jardin des songes"]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/04/Le-Jardin-des-songeshttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/04/Le-Jardin-des-songesSun, 04 Jun 2017 19:34:47 +0000
inaugurou no passado dia 2 de junho a exposição "Le Jardin des songes" de Skoya Assemat-Tessandier.
Uma aura bucólica ocupa a The Switch Gallery: a nova exposição do artista francês Skoya Assémat-Tessandier apresenta uma série de 11 pinturas iniciadas em 2014. Evocando elementos do Romantismo, as composições partem de uma base vibrante, ganhando vida através da representação das musas do Artista.
A carreira de Skoya Assémat-Tessandier é definida por seu sempre presente toque de alquimia. Seu trabalho reflete estados de subconsciência, traduzidos através de múltiplas disciplinas como pintura, fotografia e performance. Desde o início dos anos 2000, Skoya dedicou-se a criar técnicas pessoais, onde complexas texturas sobrepõem-se. Sua Arte incorpora "sonhos e poemas, sentimentos de amor e raiva, estações e corpos celestes, a muito além", como declara o Artista. Nascido em Paris, Skoya viveu em diferentes cidades desde então: essa vida nômade moldou suas influências artísticas e repertório. Obras concebidas ao redor do mundo foram apresentadas em Nova Iorque, Tóquio, Amsterdão e Paris. Atualmente a morar em Lisboa, onde abriu a The Switch em Novembro 2016.
Patente até dia 25 de junho.
Fotografia: Ana Ferreira
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"Regra e Excepção"]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/02/Regra-e-Excep%C3%A7%C3%A3ohttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/06/02/Regra-e-Excep%C3%A7%C3%A3oFri, 02 Jun 2017 11:59:31 +0000
Galerista por um dia é um conceito criado por Ana Matos e Cláudio Garrudo, da Galeria das Salgadeiras.
Iniciada em 2008 e retomada este ano, tem por base o convite feito a uma personalidade das mais diversas áreas do saber, passando pela política, cultura, artes, filosofia, entre outras, para que concebam uma exposição, a partir do acervo da galeria.
Nesta 6ª edição o convidado foi; José Pacheco Pereira e a sua escolha recaiu sobre obras de: Cláudio Garrudo, Paula Almozara, Teresa Gonçalves Lobo,Tiago Casanova e Guilherme Parente.
Maioritariamente, constituída por obras monocromáticas, fotografias de Cláudio Garrudo, Paula Almozara, Tiago Casanova e desenhos de Teresa Gonçalves Lobo (Regra) e por uma obra a cores de Guilherme Parente (Excepção), estava assim encontrado o mote para o título para desta exposição colectiva, "Regra e Excepção".
A inauguração decorreu, no dia 01 de junho de 2017, contando com a presença de José Pacheco Pereira e dos artistas.
Com uma forte adesão do público, a exposição foi vista por cerca de uma centena de pessoas, nesse dia, destacando-se a presença de diversas personalidades da Lisboa cultural e artística, nomeadamente a Vereadora da Cultura da CML Catarina Vaz Pinto.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Museu das Comunicações lança APP com Realidade Aumentada]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/31/Museu-das-Comunica%C3%A7%C3%B5es-lan%C3%A7a-APP-com-Realidade-Aumentadahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/31/Museu-das-Comunica%C3%A7%C3%B5es-lan%C3%A7a-APP-com-Realidade-AumentadaWed, 31 May 2017 22:26:15 +0000
A funcionalidade de Realidade Aumentada está já disponível na exposição permanente do Museu das Comunicações, “Vencer a Distância - Cinco Séculos de Comunicações em Portugal”, que faz uma viagem pela história e evolução de todas as técnicas de comunicação em Portugal, dos Correios às Telecomunicações. Com a nova APP, cada elemento em exposição ganha vida, sendo possível saber mais informações sobre o mesmo e visualizá-lo no seu contexto histórico e científico.
O Museu das Comunicações tem uma nova Aplicação Mobile, desenvolvida pela IT People Innovation, fruto da parceria entre a empresa de tecnologia e a Fundação Portuguesa das Comunicações (FPC), anunciada em março deste ano. Com uma componente de Realidade Aumentada, que permitirá tornar a visita ao Museu muito mais dinâmica, dando “vida” às várias peças em 3D, a APP do Museu das Comunicações conta ainda com informações úteis sobre o espaço, eventos e as várias exposições existentes em cada momento.
Já disponível na APP Store e no Google Play, esta aplicação mobile visa dinamizar o espaço museológico e tornar a visita ao Museu das Comunicações numa experiência totalmente diferente, que conjuga a história das peças aí existentes com as potencialidades da mais recente tecnologia de Realidade Aumentada.
Informações Úteis:
Fundação Portuguesa das Comunicações - Museu das Comunicações: Rua do Instituto Industrial, 16, Lisboa Horário do Museu: 2ª a 6ª das 10h às 18h e na última 5ª feira de cada mês até às 22h. Aos sábados abre das 14h às 18h
Fotografia: Ana Ferreira
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Comemoração dos 50 anos de "Cem Anos de Solidão"]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/31/Comemora%C3%A7%C3%A3o-dos-50-anos-de-Cem-Anos-de-Solid%C3%A3ohttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/31/Comemora%C3%A7%C3%A3o-dos-50-anos-de-Cem-Anos-de-Solid%C3%A3oWed, 31 May 2017 21:37:28 +0000
A Casa da América Latina, em parceria com a Fundação José Saramago e a TSF organizou no passado dia 30 de Maio de 2017, um encontro/debate para comemorar o 50º aniversário da publicação de "Cem Anos de Solidão" de Gabriel García Márquez, dada a relevância da obra no contexto literário mundial.
Durante a sessão foram lidos alguns dos excertos mais relevantes do livro, pela Embaixadora da Colômbia em Portugal, Carmenza Jaramillo, pela Presidenta da Fundação José Saramago, Pilar del Rio, por Manuel Alberto Valente, editor na Dom Quixote à data da publicação da tradução portuguesa, Debora Merali, Isabel Araújo Branco, Luisa Mellid Franco, crítica literária, Ricardo Viel e André Cunha da TSF.
"Cem anos de solidão"(Cien Años de Soledad) é a obra mais conhecida e lida do escritor Columbiano, Nobel de Literatura em 1982, Gabriel García Márquez (1927-2014).
A obra escrita no estilo realismo mágico, foi pela primeira vez editada no ano de 1967, na cidade de Buenos Aires na Argentina, numa edição da Editorial Sudamericana, tendo inicialmente sido feita uma tiragem de 10.000 exemplares.
Actualmente traduzida em 35 idiomas diferentes, estimando-se que já tenham sido adquiridos cerca de 50 milhões de exemplares, fazendo dela uma das obras literárias mais traduzidos e lidos nos cinco cantos do mundo e a segunda obra mais importante da literatura hispânica, apenas antecedida por Dom Quichote de la Mancha de Miguel Servantes.
O evento contou ainda, com a presença das Embaixadoras de Cuba e do Uruguai em Portugal, respectivamente, Johana Ruth Tablada de la Torre e Brígida Scaffo, representantes da Embaixada da República Dominica e pessoas ligadas ao meio intelectual e literário.
As comemorações prosseguem no próximo dia 06 de Junho pelas 18H30, na Fundação José Saramago com o evento, Aula sobre «Cem Anos de Solidão» com António Mega Ferreira.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Eles são o Futuro!]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/29/Eles-s%C3%A3o-o-Futurohttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/29/Eles-s%C3%A3o-o-FuturoMon, 29 May 2017 13:11:50 +0000
Inaugurou no passado dia 26 de Maio na Galeria de Exposições Temporárias da Sociedade Nacional de Belas Artes a exposição “O Múltiplo”.
Nela são apresentados trabalhos dos alunos finalistas do Curso de Produção Artística – especialização em Serigrafia e Gravura – da Escola Artística António Arroio.
Ainda que se tratem de trabalhos realizados por alunos do ensino secundário (12º ano), os mesmos apresentam já um elevado grau de rigor técnico, artístico e criativo.
Partindo do imaginário das histórias mitológicas que cruzam animais fantásticos com o ser humano; centauros, sereias, faunos entre outros, levou-os assim à criação de um bestiário.
A inauguração com a presença da direcção da SNBA, alunos/artistas e professoras da Escola António Arroio.
Patente até 17 de Junho.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Houve Festa no MAAT]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/21/Houve-Festa-no-MAAThttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/21/Houve-Festa-no-MAATSun, 21 May 2017 11:02:22 +0000
Em 16 de maio, num OPEN NIGHT no MAAT entre as 21h e as 24h, com entrada livre e em pré-abertura da ARCOlisboa, a Main Sponsor, deste certame de arte, Fundação EDP, inaugurou três novas exposições - “Yo nunca he sido surrealista hasta el día de hoy” de Carlos Garaicoa, “Untitled (orchestral)” de João Onofre e “APQhome– MAAT” de Ana Pérez-Quiroga.
As exposições foram apresentadas à comunicação social na manhã desse mesmo dia contado com a presença dos artistas e curadores.
- MAAT. Galeria Oval;
“Yo nunca he sido surrealista hasta el día de hoy” de Carlos Garaicoa, com curadoria de Inês Grosso e Pedro Gadanho, sobre este trabalho refere o artista Cubano:
“Trata-se dum encontro entre as árvores que representam a natureza, e os candeeiros, que simbolizam a cultura da cidade, da noite”
De 16 de Maio a 18 de Setembro de 2017
- Sala das Caldeiras, Edifício Central;
“Untitled” de João Onofre com curadoria de BenjaminWeil, é para o seu autor “A criação de uma livraria de sons. Na verdade, é o som que vai delimitar o espaço”.
De 16 de Maio a 18 de Setembro de 2017
- Cinzeiro8, Edifício Central;
“APQhome-MAAT” de Ana Quiroga , com curadoria de Pedro Gadanho, uma instalação que ganha vida e onde é possível viver durante 48 horas num misto de arte e quotidiano.
Marcações até dia 8 de Junho no site do MAAT ou em http://www.anaperezquirogahome.com, exclusivo para artistas.
Sobre este trabalho refere Ana Perez-Quiroga: “Interessa-me o facto de nos tornarmos acção artística a partir duma simples acção quotidiana.”
De 16 de Maio a 09 de Outubro de 2017
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Debate no Museu de Lisboa]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/21/Debate-no-Museu-de-Lisboahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/21/Debate-no-Museu-de-LisboaSun, 21 May 2017 10:16:54 +0000
Realizou-se no passado dia 17 de maio, no Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, o debate sob o tema Destino: Lisboa. Expressão/integração de comunidades. Passado e Presente.
José Mapril apresentou a sua comunicação sobre o passado recente e a presença da Comunidade Islâmica Bengali, em Lisboa. Seguiu-se Jorge Fonseca que abordou a presença do escravo africano como ator na esfera pública lisboeta, sobretudo no século XVI, entre submissão e resistência.
Rui Mourão apresentou a sua performance, o Lugar da Fala, sobre o tema. Como debater o intangível poderia ter resultado em inúmeras e variadas intervenções, de uma autoria coletiva e não individual.
Um grupo de trabalho com membros de diferentes comunidades foi convidado a participar na performance. Desde a ideia inicial até à (não) concretização, o debate foi intenso e revelou as visões incompatíveis de minorias e da realidade Museu. Mourão revela a palavra escrita dos intervenientes. A leitura dos seus contributos descobre a presença do preconceito nas pessoas e instituições, e as clivagens que surgem na reação de propostas de integração e inclusão e como as minorias desejam ou rejeitam a mesma inclusão ou integração.
Texto: Joana Olivença
Fotografia: João Serra de Almeida
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“40 Anos de Trabalho” de Maria José Oliveira]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/16/%E2%80%9C40-Anos-de-Trabalho%E2%80%9D-de-Maria-Jos%C3%A9-Oliveirahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/16/%E2%80%9C40-Anos-de-Trabalho%E2%80%9D-de-Maria-Jos%C3%A9-OliveiraTue, 16 May 2017 13:54:58 +0000
Inaugurou no passado dia 15 de Maio, na Sociedade Nacional de Belas Artes (SNBA) a exposição de Maria José Oliveira “40 Anos de Trabalho” com curadoria de Manuel Costa Cabral.
Esta exposição reúne num só espaço, obras representativas das diversas áreas de expressão plástica a que a artistas se tem dedicado ao longo da sua carreira.
A inauguração contou para além da artista e do curador, com a presença de rostos conhecidos do panorama artístico nacional.
Patente ao público até ao dia 17 de Junho de 2017.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Geometrias, ou impressões digitais dos Deuses]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/14/Geometrias-ou-impress%C3%B5es-digitais-dos-Deuseshttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/14/Geometrias-ou-impress%C3%B5es-digitais-dos-DeusesSun, 14 May 2017 19:31:46 +0000
A Galeria Sá da Costa inaugurou, no passado dia 11 de Maio de 2017, a exposição “Geometrias” de Ângela Dias.
Partindo da ideia de ruína, as obras apresentadas, desenhos com técnica mista, carvão/aguarela/ acrílico e objectos de esferovite recuperada montados em camadas com gesso ou massa, dando origem a peças esculturais e arquitecténicas criando uma interacção entre as peças e os desenhos, conduzindo-nos para um espaço habitacional que remonta, quiça, à antiguidade clássica (Grécia e Roma).
A este propósito lê-se na folha de sala:
“ … o tema ruína reaparece, como leit motiv, em todos os trabalhos expostos, conjugando uma reflexão sobre o espaço habitado, na sua dicotomia entre interior e exterior, com a dimensão mais abstracta,emocional e espontânea que a agurela reclama.” José Sousa Machado.
A inauguração contou com a presença da artista e do galerista José Sousa Machado.
A exposição encontra-se patente ao público até dia 1 de Junho de 2017 na Galeria Sá da Costa, 100 – 1º andar (ao Chiado).
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Teatro sénior "O Riso é o melhor Remédio"]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/09/Teatro-s%C3%A9nior-O-Riso-%C3%A9-o-melhor-Rem%C3%A9diohttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/09/Teatro-s%C3%A9nior-O-Riso-%C3%A9-o-melhor-Rem%C3%A9dioTue, 09 May 2017 09:55:07 +0000
Teatro-Estúdio António Assunção apresentou no passado fim-de-semana o exercício final da oficina de teatro sénior O Riso é o melhor Remédio.
A XZibit Art esteve presente no domingo e assistiu à representação do grupo da União de Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas, com elementos com idades compreendidas entre os 35 e os 91 anos de idade.
A Oficina de Teatro é uma iniciativa integrada no Serviço Educativo do Teatro Extremo, com Direcção de Bibi Gomes e colaboração de Francisca Lima, em parceria com as Juntas de Freguesias do Concelho de Almada.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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MAPA DAS ARTES]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/07/MAPA-DAS-ARTEShttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/07/MAPA-DAS-ARTESSun, 07 May 2017 20:59:28 +0000
Decorreu na passada quinta-feira 4 de Maio, na Galeria Millennium, a apresentação ao público da 2ª edição do MAPA DAS ARTES.
O MAPA DAS ARTES apresenta cartograficamente, 99 espaços culturais distribuídos por; 53 Galerias, 17 Museus e Fundações, e 29 outros Espaços.
Com edição anual, bilingue (português e inglês), é distribuído gratuitamente nos espaços que se encontram mapeados, postos de Turismo de Lisboa Cascais e Sintra e com a revista Gerador do mês de Maio, encontrando-se igualmente disponível na internet em mapadasartes.pt.
A apresentação contou com a presença de Fernando Nogueira - Presidente da Fundação Millennium bcp, Catarina Vaz Pinto - Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, para além de Ana Matos e Claudio Garrudo (mentor do projecto) - Associação Isto Não é um Cachimbo.
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Fotografia: João Serra de Almeida
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“Um Diálogo com a Cidade”, de Juan Escauriaza]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/07/%E2%80%9CUm-Di%C3%A1logo-com-a-Cidade%E2%80%9D-de-Juan-Escauriazahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/07/%E2%80%9CUm-Di%C3%A1logo-com-a-Cidade%E2%80%9D-de-Juan-EscauriazaSun, 07 May 2017 20:30:51 +0000
Inaugurou no dia 4 de maio de 2017, na Igreja do Sacramento, a exposição de pintura “Um Diálogo com a Cidade”, de Juan Escauriaza - Doutorado em Geologia e com pós-graduação em Hidrogeologia e Paleontologia é artista totalmente autodidata.
"A ideia central do artista nesta exposição é, uma vez mais, a representação do enigma que a cidade encerra.
A cidade pode ser considerada como a criação mais importante do homem - é por ele construída para o servir - no entanto adquire autonomia e poder em si mesma, até ao ponto em que é a própria cidade a moldar o comportamento do homem. A arquitetura fica e o homem passa, a sua própria ausência dá-lhe presença.
Nestas obras facilmente se reconhece o representado, e se existe alguma intenção, é a de unir o mundo real ao metafísico.
O banal revela mistério, calma, silêncio e vazio debaixo da luz do sol." Juan Escauriaza
Patente ao público até dia 28 Maio 2017, das 13h às 19hOcupart “Galeria” da Igreja do Sacramento | Calçada do sacramento,11, Lisboa
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Fotografia: João Serra de Almeida
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Teatro Extremo lança “Sementes”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/07/Teatro-Extremo-lan%C3%A7a-%E2%80%9CSementes%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/05/07/Teatro-Extremo-lan%C3%A7a-%E2%80%9CSementes%E2%80%9DSun, 07 May 2017 08:18:48 +0000
A 22ª Edição do Festival Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público, foi apresentada no passado sábado dia 29 de Abril de 2017 no Teatro Estúdio António Assunção em Almada e contou com a presença de Miguel Honrado - Secretário de Estado da Cultura, António Matos - Vereador da Cultura - CMA e de Rui Cerveira do Teatro Extremo.
O festival apresenta diversas criações artísticas distribuídas por teatro, dança, marionetes, artes circenses, música, artes de rua, exposições e oficinas artísticas, conta com a presença de vinte e cinco companhias portuguesas e com representações de Espanha, França, Itália, Eslovênia e Noruega.
O evento organizado pelo Teatro Extremo e co-organização da Câmara Municipal de Almada, conta com o apoio financeiro da República Portuguesa/Cultura e da DGArtes , entre outras entidades.
Decorre entre 19 de Maio e 4 de Junho 2017, encontrando-se descentralizado pelos concelhos de Almada, Alcochete, Barreiro, Moita, Montemor-o-Novo Seixal e Sesimbra.
Teve igualmente lugar no mesmo dia e local, a inauguração de uma exposição de artes plásticas dos alunos do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade, inserida no festiva. e a apresentação do exercício final da Oficina Teatro “Vê com os teus olhos cheira com o teu nariz” realizada pelo Teatro Extremo e União Freguesias Almada, Pragal, Cacilhas e Cova da Piedade.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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HORA DE BACO]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/30/HORA-DE-BACO---Banda-Rock-no-Teatro-Romanohttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/30/HORA-DE-BACO---Banda-Rock-no-Teatro-RomanoSun, 30 Apr 2017 18:22:49 +0000
O Museu do Teatro Romano em Lisboa, na última quinta de cada mês, entre as 18h e as 20h, abre portas para um
sunset cultural
, com uma deslumbrante vista sobre o Tejo e suas margens.
Este evento, Hora de Baco, leva-nos a um fim de tarte, descontraído de puro e são convívio entre os presentes, degustando as dádivas de Baco e a usufruir de um momento cultural, incluindo uma visita ao museu, tudo isto de forma gratuita.
Na passada quinta-feira, dia 27 de Abril, fomos convidados a uma viagem no tempo através das interpretações musicais dos Discovers.
Com um alinhamento cuidado, passaram em revista todos os grandes temas, das mais famosas bandas dos anos de 60 e 70 do século passado.
Melhor que ter a melhor banda dos anos 60/70, foi ter todas numa só.
Os Discovers são :
Duarte Vilardebó - Guitarra Solo/Voz
Paulo Bastos - Guitarra de Acompanhamento
Miguel Santos - Baixo
José Luís – Baterista
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Reportagem Desenhada | Conversas sobre o Indizível nos Museushttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/30/Reportagem-Desenhada-Conversas-sobre-o-Indiz%C3%ADvel-nos-Museushttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/30/Reportagem-Desenhada-Conversas-sobre-o-Indiz%C3%ADvel-nos-MuseusSat, 29 Apr 2017 23:20:28 +0000
Como se diz o indizível nas exposições e nas colecções de museus? Que histórias são essas? O que fica por dizer? Pode-se ou deve-se dizer tudo sobre um objecto ou sobre uma personalidade histórica? Que abordagens são utilizadas para contar o indizível? Estas eram algumas das questões que pairavam no início do mais recente debate da Acesso Culturahttps://acessocultura.org/encontros/debates , organizado no Museu do Dinheiro, no passado dia 18 de Abril de 2017.
A Acesso Cultura quis assim lançar a reflexão sobre o tema escolhido para o Dia Internacional dos Museus a celebrar-se um mês depois, em 18 de Maio: “Museus e histórias contestadas: dizer o indizível em museus”.
Ao longo da conversa, animada e em tom informal, participaram convidados de alguns museus Portugueses: Clara Vaz Pinto e Xénia Ribeiro do Museu Nacional do Traje; José Pedro Sousa Dias do Museu Nacional de História Natural e de Ciência; Luís Farinha do Museu do Aljube; Maria José Machado Santos e Marta Guerreiro do Museu da Marioneta; e Sara Barriga do Museu do Dinheiro. O debate foi moderado por Ana Rita Canavarro, Museóloga
Luís Farinha destacou que o indizível no Museu do Aljube – Resistência e Liberdade é, por exemplo, o silenciamento e o secretismo das histórias de humilhação, clandestinas e abstractas de presos políticos da época da Ditadura Salazarista e que ainda estão vivas. Neste museu o indizível é explorado, por exemplo, através de conversas e visitas guiadas.
No Museu da Marioneta existe uma grande dificuldade em expor os objectos, pois as marionetas são construídas para serem utilizadas por actores facilitadores dos seus movimentos e em contexto de peças de teatro ou performances, explicou Marta Guerreiro. Expor uma marioneta pode ser visto como um contra-senso em relação à sua natureza, não devendo ser exposta como um ser inanimado.
Indizível é também a dificuldade dos museus em comunicar com os visitantes em exposições sobre temas científicos, chamou a atenção José Pedro Dias. Ainda neste contexto, Luís Farinha destacou a dificuldade em fazer compreender aos visitantes a violência física e emocional sentida pelos presos políticos.
Alguns dos convidados defenderam a necessidade dos museus tomarem uma posição, ou seja, de não serem neutros em relação a temas específicos, e também de criarem desconforto nos visitantes, abordando memórias e conflitos dolorosos. Consideraram ainda que os museus podem contribuir para a compreensão mútua e para a reconciliação, mesmo que não criem consensos.
Questionada sobre qual a relevância de "dizer o indizível" do ponto de vista da Acesso Cultura, Maria Vlachou (Directora Executiva) destacou que “É mesmo uma questão de relevância: a relevância dos museus para as pessoas. Cada história que não se diz é uma pessoa a quem não é dado reconhecimento. Esta questão do indizível diz respeito a vários aspectos do trabalho dos museus: às suas colecções, ao que lá está e não está, ao que se mostra e não se mostra, à forma como se interpreta cada objecto, ao perigo das "histórias únicas" (no sentido das versões únicas), às relações que se criam ou não se criam com as pessoas, ao seu envolvimento ou à sua exclusão.”.
A Acesso Cultura https://acessocultura.org é uma associação sem fins lucrativos que tem como missão a melhoria das condições de acesso - físico, social, intelectual - aos espaços culturais e à oferta cultural. Maria Vlachou acrescentou ainda: “Não há condições de criar acesso se não se procura ser relevante na vida das pessoas. Se não se for relevante, podemos muito bem perguntar: Acesso a quê? Para quê?"
A sessão foi traduzida em Língua Gestual Portuguesa por Maria José Almeida, com o apoio da Escola Superior de Educação de Setúbal.
Desenho e texto: Rita Caré
Nota: a autora escreve segundo o antigo Acordo Ortográfico
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Os Hill's Union subiram ao Terrasse]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/29/Os-Hills-Union-subiram-ao-Terrassehttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/29/Os-Hills-Union-subiram-ao-TerrasseSat, 29 Apr 2017 22:39:00 +0000
"Morro como um verdadeiro rebelde. Não gastem tempo com o luto, organizem-se!" Joe Hill
Os Hill's Union apresentaram-se na passada quinta-feira, dia 27 de Abril 2017, no Ginjal Terrasse em Cacilhas – Almada.
Num concerto em que homenagearam Joe Hill e as suas canções.
Joe Hill, anarco-sindicalista, libertário, músico e compositor, nascido na Suécia 1879 ou 1882, tendo-se radicado nos EUA em 1901, país onde foi executado após julgamento por assassinato em 1915.
Segundo a banda, mais que: “Retomar as canções de Joe Hill, faz todo o sentido porque em quase todas as suas frases encontramos paralelo nos nossos dias.
... mais do que um mero tributo, é um ponto de partida para novas abordagens às canções de Hill, para novos temas, ligados à vida, ao nosso dia a dia, à nossa realidade. ”
Nota alta neste concerto para todos os músicos, com destaque para a superior qualidade vocal de Pedro Salvador.
Hill's Union são: Pedro Salvador, Rui Galveias e Tiago Santos.
Próximo concerto da banda dia 10 Maio 2017, pelas 18H30 na Fundação José Saramago, em Lisboa.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
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“RE-FLECTERE propõe-nos uma reflexão….”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/29/%E2%80%9CRE-FLECTERE-prop%C3%B5e-nos-uma-reflex%C3%A3o%E2%80%A6%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/29/%E2%80%9CRE-FLECTERE-prop%C3%B5e-nos-uma-reflex%C3%A3o%E2%80%A6%E2%80%9DSat, 29 Apr 2017 22:16:55 +0000
Inaugurou dia 26 de Abril, na galeria do Centro de Documentação da CML, a exposição RE-FLECTERE, de Marcelo Lodoño fotógrafo Colombiano, actualmente a estudar e a residir em Lisboa.
Inserido no 10º aniversário do Observatório de luta contra a Pobreza na cidade de Lisboa, e resultante de uma parceria com o fotodocumentarista Marcelo Londoñ, o projecto contou com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.
“RE-FLECTERE propõe-nos uma reflexão sobre a sociedade e a humanidade que queremos. É uma forma de refletirmos nos outros, dissolvendo a barreira que impede de vermos claramente os problemas e as necessidades dos alheias, de Sermos responsáveis.” Marcelo Londoño.
O acto inaugural presidido por João Afonso, Vereador dos Direitos Sociais e por Sérgio Aires, Director do Observatório Pobreza Lisboa e consultor da EAPN Portugal, contou com a presença do artista, de Catarina Cruz da EAPN Portugal e Claudia Domingues, responsável da Galeria da CML.
Para ver e reflectir até dia 15 de Maio de 2017, na Galeria do Centro de Documentação da CML. Campo Grande, 25.
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
Texto: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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“Circuito Habitual”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/23/%E2%80%9CCircuito-Habitual-%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/23/%E2%80%9CCircuito-Habitual-%E2%80%9DSun, 23 Apr 2017 20:57:38 +0000
O Teatro Extremo, no âmbito das comemorações do seu 23º aniversário, iniciou um novo ciclo temático de representações, denominado “Zona Periférica” questionando problemáticas e inquietudes da geração actual e vindouras, abordando temáticas do “Eu”; tais como inserção na sociedade, limites e tabus.
Assim inserido neste novo ciclo, estreou no passado dia 27 de Março de 2017, no TEATRO ESTÚDIO-ANTÓNIO ASSUNÇÃO em Almada, a sua 48ª Produção, “Circuito Habitual” de Jean-Claude Carrière., traduzido por Fernando Jorge Lopes, com encenação e cenografia de Rita Lello, interpretação de Fábio Ferreira e Fernando Jorge Lopes.
Sobre o que nos espera em cena, lê-se na folha de sala:
“Um Alto Comissário da Administração Interna interroga um denunciante, cidadão zeloso e dedicado. Percebemos pouco a pouco que a conversa está desde o início armadilhada, mas por qual deles?
O Texto leva-nos até ao interior da lógica impiedosa e absurda que rege a actividade “habitual” de um regime prisioneiro dos seus próprios mecanismos.
Jean-Claude Carrière descreve os meandros obscuros do poder, da negação do indivíduo, da ambiguidade das relações de força, numa escrita cerrada, precisa e muito eficaz na qual reconhecemos o argumentista de Buñuel e de Milos Forman e a profunda capacidade de reflexão do adaptador de Mahabharata e do autor da Controvérsia de Valladolid.”
Um texto intenso e, muito bem interpretado.
Pena é que o público continue a preferir outro tipo de divertimento em detrimento de espetáculos culturais de qualidade e a preços bem mais acessíveis.
Texto de: João Serra de Almeida (não segue o novo acordo ortográfico)
Fotografia: João Serra de Almeida
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Em exibição Sextas e Sábados 21h30 até 29 de Abril, no TEATRO ESTÚDIO-ANTÓNIO ASSUNÇÃO em Almada
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Museu do Dinheiro celebra um ano de abertura]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/23/Museu-do-Dinheiro-celebra-um-ano-de-aberturahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/23/Museu-do-Dinheiro-celebra-um-ano-de-aberturaSun, 23 Apr 2017 00:39:10 +0000
Parabéns ao Museu do Dinheiro pelo seu primeiro aniversário e pela programação especial tão formativa e participativa que elaborou para este dia.
A XZibit Art acompanhou neste dia, 22 de abril, a sessão da tarde:
Teatro – QUEM É QUEM? Em cena com… Francisco de Holanda.
Em 2017 como vê Francisco de Holanda a sua obra? Luís Godinho | criação e interpretação.
Surpresa! INCIDENTE NO MUSEU!HIP HIP HURRA! (BOLO DE ANIVERSÁRIO)
Em breve a reportagem fotográfica será publicada no Facebook
Fotografia: Ana Ferreira
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Operação Condor, João Pina]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/23/Opera%C3%A7%C3%A3o-Condor-Jo%C3%A3o-Pinahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/23/Opera%C3%A7%C3%A3o-Condor-Jo%C3%A3o-PinaSat, 22 Apr 2017 23:35:27 +0000
Inaugurou no dia 20 de abril de 2017, no Torreão Poente da Praça do Comércio a exposição “Operação Condor”, do fotógrafo português João Pina, com curadoria de Diógenes Moura.
“Operação Condor”, o mais longo projecto fotográfico de João Pina, demorou nove anos a ser concluído.
Durante os anos de 2005 a 2014, o fotógrafo percorreu a América Sul a em busca de testemunhos do que foi a “Operação Condor”; operação conjunta da Argentina Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, levada a cabo a partir de 1975, tendo como objetivo a aniquilação de todo e qualquer opositor aos regimes de ditadura militar de direita, então vigentes naqueles países
Assim durante esses anos, João Pina ouviu e fotografou, sobreviventes e familiares das vítimas, visitou prisões, locais de tortura, arquivos forenses, imortalizando-os para memória futura através da sua objectiva.
“Eu existo, esta história existe, estou aqui”, disse João Pina ao jornal “Público”.
A exposição, itinerante, antes de ser apresentada em Lisboa, passou por diversas cidades da América do Sul, França e EUA.
Para além das obras de João Pina, a exposição conta com um espaço denominado “Arquivo” onde são apresentadas fotos de alguns acontecimentos da época atribuídas a “ Autor Anónimo”.
No acto inaugural, estiveram presentes, para além do autor e do curador, a vereadora da cultura da CML Catarina Vaz Pinto e Joana Gomes Cardoso presidente da EGEAC.
Patente ao público até dia 18 de julho de 2017, no Torreão Poente da Praça do Comércio
Organização e Produção: Galerias Municipais / EGEAC
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Fotografia: João Serra de Almeida
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“Com uns vizinhos destes ninguém dorme”]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/21/%E2%80%9CCom-uns-vizinhos-destes-ningu%C3%A9m-dorme%E2%80%9Dhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/21/%E2%80%9CCom-uns-vizinhos-destes-ningu%C3%A9m-dorme%E2%80%9DFri, 21 Apr 2017 17:52:57 +0000
Pelas 21h30 de ontem dia 20 de abril de 2017, ouviram-se a pancadas de Mullier, o pano subiu e a cena abriu-se, no Teatro Turim em Benfica, para a estreia da peça “Os Nossos Vizinhos Dormem Cá em Casa”.
Uma comédia de costumes à boa maneira portuguesa, a fazer lembrar os enredos e trocadilhos do cinema português das décadas de 30 e 40 do século passado, bem enquadrados na realidade actual.
Levantando um pouco do pano:
“Numa noite, um casal instalado e conservador recebe a inesperada visita de duas pessoas. Esta aparição espontânea, inusitada e excepcional rapidamente se torna efetiva... “ Lê-se na Folha de Sala.
O elenco conta com quatro jovens e promissores actores que em palco se divertem com o fazem e fazem divertir os outros, fazendo soltar a gargalhada até aos mais sisudos.
Ficha Técnica:
Autoria: Carlos Alves
Encenação: Rafael Dias Costa
Elenco: Ana Campaniço, Carlos Alves, Rafael Dias Costa, Susana Rodrigues
Som e Iluminação: Henrique Moreira
Design Gráfico: Eduardo Ferreira
Apoios: Teatro Turim, RDS Rádio, Rádio Amália, A.C.A.M - Associação Cristã de Acolhimento Milénio
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Fotografia: João Serra de Almeida
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Debate “Dizer o indizível para quê?” - Acesso Cultura]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/19/Debate-%E2%80%9CDizer-o-indiz%C3%ADvel-para-qu%C3%AA%E2%80%9D---Acesso-Culturahttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/19/Debate-%E2%80%9CDizer-o-indiz%C3%ADvel-para-qu%C3%AA%E2%80%9D---Acesso-CulturaTue, 18 Apr 2017 23:37:33 +0000
A Acesso Cultura organizou, no dia 18 de abril, o debate “Dizer o indizível para quê?”, em Évora, Lisboa, Portimão, Porto. A propósito do tema lançado para o Dia Internacional dos Museus deste ano “Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus”.
Em Lisboa, o Museu do Dinheiro acolheu o debate moderado pela museóloga Ana Rita Canavarro e contou com a presença dos seguintes convidados:
Clara Vaz Pinto, Museu Nacional do Traje José Pedro Sousa Dias, Museu Nacional de História Natural e de Ciência Luís Farinha, Museu do Aljube Marta Guerreiro, Museu da Marioneta Sara Barriga, Museu do Dinheiro A Tradução em Língua Gestual Portuguesa (com o apoio da Escola Superior de Educação de Setúbal)
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Fotografia: Ana Ferreira
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The Line, de Lizzie Joyce Pearl]]>https://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/15/Cabinet-de-lArt-de-Lizzie-Joyce-Pearlhttps://xzibitart.wixsite.com/xzibitart/single-post/2017/04/15/Cabinet-de-lArt-de-Lizzie-Joyce-PearlSat, 15 Apr 2017 13:51:10 +0000
Inaugurou, no passado dia 14 de abril, e exposição The Line de Lizzie Joyce Pearl, na na The Switch Gallery.
Uma tela de grande formato é o destaque da mostra, carregando a marca da Artista: o desenho de uma única e mesma linha sobreposta por de densas texturas cromáticas.
“The Line” é um convite à imersão nos labirintos internos de Lizzie, levando a uma questão: o resultado nasce de um fluxo inconsciente do desenho ou de movimentos mecânicos premeditados?
A complexidade do trabalho de Lizzie assenta no conflito entre fluidez imaginativa e contenção do gesto. Elemento-foco das obras, as trilhas percorridas guardam simbologia intrincada: desde uma consciente cartografia psicológica, até uma representação abstrata de uma infância nômade. Respondem como trilhas de seu passado, percursos de sua busca pessoal. Uma camada opaca de pintura complementa a composição da tela, trazendo uma profusão de cores. Evitando o uso de pincel, a Artista forma padrões multicromáticos que contrastam com o predominante branco e preto. Emergem, assim, momentos de liberdade que conferem à tela toques de luminosidade.
A mistura de técnicas também percorre a segunda obra em exposição: o maior desenho já realizado por Lizzie, com nove metros quadrados, deu origem a uma escultura. Os movimentos irregulares do papel deixam ainda mais claros os jogos de ilusão perseguidos pela Artista. Agitação e intensidade transparecem nas formas do medium: as vibrações ópticas da linha contínua são potencializadas pelo volume que ganha o papel. Aqui, a obra também nos faz refletir sobre a instância do tempo, como um convite a aproximar-se e penetrar no trabalho solitário da Artista. Para ajudar o público a entrar no processo da Artista, um vídeo registra seu singular desenho, acompanhando a gênese das linhas, com repetitivos avanços e retornos.